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Iluminação

Dicionário Rezendino

Fundamental para entender a linguagem da família e da região de Abreus

Frases e Expressões

"Ó o leite!": Tcheié contra o "cordão dos puxa-sacos".

"Ó o trem querendo!": Tijão e seus instintos...

"Gosto nobre": Zé referindo-se ao doce de caju que provou no Loreno. Uma pérola!

"Nóis é Rezende!": um verdadeiro grito de guerra, criado pelo Cássio e/ou pelo pessoal do Geraldo Rezende.

"Não custou nada, né meu filho?"
: vovó, depois de um serviço (geralmente a limpeza do terreiro), executado por alguém.

"Muito bem!": talvez a frase mais pronunciada pelo vovô.

"Ainda vai dar um bela tarde...": idem, depois de uma tempestade.

"Sofrer o que nós estamos sofrendo, só bebendo": Tatida, caçando desculpa pra encher a cara.

"Continua de pé, aguardando uma posição sua": Dedé, Joubert e Ricardo, combinando a ida à Copa de 2006 na Alemanha.

"This is a fool.": Ingl. 1. Frase surgida, Deus sabe lá como, nos rincões de Abreus, cujo significado se aproxima da famosa frase do Tio João: "Sai pra lá, bobo!". 2. À parte essa tradução meio atravessada, "This is a fool" em Abreus quer dizer qualquer coisa, inclusive nada. [A frase "This is a fool", estampada na camiseta da juventude abreuense, causou "frisson" em memorável carnaval de Alto Rio Doce].

"Num brinca!": Zé, expressando surpresa.

"O Fofinho passa!": Tapata, estimulando o Loreno a iniciar um verdadeiro rally pela estrada de Barbacena para ultrapassar um carro. Apesar do esforço, não foi possível atender o pedido: o carro deixou a estrada antes...

"Eu bebo é leite!": Tijão concorda com Jorge Benjor: "alcohol, é só para desinfetar".

"Só falta nóis, né mãe?!": Tapata, "menina pequena lá em Barbacena", discordando do que a vovó tinha acabado de dizer para as visitas: "Podem comer à vontade, porque o pessoal aqui de casa já almoçou"...

"E aí, bicho?": o jovem Titão cumprimentando familiares, depois de conhecer "certas teorias" na cidade grande.

"A missa é naquele castelo? Eu não vou lá não!": Marcelo, quando ainda era "Marcelinho", recusando-se a visitar o "castelo mal-assombrado", ou seja, a igreja de Abreus.

"Vovó, me arruma um filhotinho de jacaré para levar para São Paulo?": ainda o "Marcelinho", referindo-se às largatixas abreuenses.

"Quero abacate, mas é grande!": "Marcelinho", querendo até o caroço.

"Cadê a foice?": O pequeno Bráulio, tentando intimidar um amiguinho que o importunava.

"Ah, vovó! Eu não vou tomar essa porra, não!": ainda o pequeno (mas ordinário) Bráulio, recusando uma deliciosa vitamina de mamão, banana e leite oferecida pela vovó.

"Quero doce, mas é muito!": Bráulio mais uma vez. O garoto não era muito chegado a vitaminas, mas não abria mão do doce da vovó...

"Ah! Se eu tivesse meu canivetinho...": Ti Jair e seu perigoso instrumento.

"Volta pro ninho, meu fi!": Vovó querendo trazer o Titão de volta para Abreus.

"Solta o Curuca!": Inesquecível João Afonso, referindo-se ao Toinho.

"Meu São Benedito da Floresta!": Tcheié invocando um santo que talvez só exista nas matas de Abreus.

"Erosão vai comer ocês tudo!": Titão advertindo os abreuenses sobre o perigo da erosão, relembrando suas aulas de agronomia.

"Oi, comadre!": Tia Zélia, cumprimentando cunhadas.

"Vi um elefante branco na estrada, eu juro!": Joséli, ao capotar o carro na Filha do Nero.

"Cala essa boca, Animal!": Dedé, para o Joubert (e vice-versa).

"Disgrinhento do Izé!": Expressão usada pelo João Pola para qualificar o "arrojo" do Zé.

"Comeu o quê, Tião?": Tiado para o Titão. Vocês imaginam o que esse "o quê" significa, não é?

"Há! Há! Há!": Inconfundível risada do Tifonso (esfregando as mãos, é claro!).

"Minha casa, meu carro, meu marido, meu filho.": Tia Gina e suas preciosidades.

"Como-te?" Moacir. Engraçadinho esse cearense, não é mesmo?

"Doido, doido!": Cássio, muito doido.

"Não sou mentiroso, eu apenas observo as coisas.": Titó, negando a fama.

"O negócio é gozar!": É isso aí, Tatida!

"Mentira? Pergunta pro Titó.": Joseli, ao afirmar que presenciou em Abreus a explosão de fogos de artifício que durou EXATAMENTE 17 minutos (nem 15 nem 20 minutos, mas sim 17). Pedir para consultar o Titó sobre a verdade do fato só ajuda a confirmar o tamanho da imprecisão...

"Metideza!": Tia Zélia, para os "metidos"...

"Meus filhos não deram nada por conta...": João Pereira, referindo-se à frustração com os seus filhos.

"Zé muié!": Ofensa proferida pela Geni quando o Zé não a acompanhava para as rezas do mês de maio em Abreus.

"Sua mãe, essa tá boa?": D. Geralda do Jove Policarpo, perguntando pela D. Olides.

"...porque daí a gente ganha tempo": Zé, sempre procurando otimizar o tempo.

"Como pode o amor superar o tempo, se o tempo corrói até ferro?": O filósofo Joseli num momento de inspiração.

"Eu gosto de peixe, mas é com muito espinho!": Ué, Tcheinha, será que a senhora também é chegada numa roupa de couro e num chicote?

"A luta continua, companheira!": Fátima convocando Erotildes para a batalha... Meninas, lembrem-se do ideal revolucionário: "Hay que endurecerse, pero sin perder la ternura jamás!"

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